Abordagem Centrada na Pessoa (humanista) · Online
Ansiedade: quando a preocupação toma conta
Sentir ansiedade faz parte da vida. Ela merece atenção quando começa a ocupar espaço demais no seu dia, no seu sono e nas suas escolhas.
Entendendo melhor
A ansiedade é uma resposta natural do corpo e da mente diante do que parece ameaçador ou incerto. Em doses pequenas, ela ajuda a se preparar para uma prova, uma conversa difícil ou uma mudança. O problema aparece quando o alarme dispara o tempo todo, mesmo sem um perigo real por perto.
Cada pessoa sente a ansiedade de um jeito. Para algumas, ela aparece no corpo: aperto no peito, tensão, estômago embrulhado. Para outras, aparece nos pensamentos, que correm para o pior cenário e não param. Muitas vezes, são as duas coisas juntas. Não é preciso esperar ficar insuportável para pedir ajuda.
Como a terapia pode ajudar
Na terapia, vamos olhar com calma para o que alimenta a sua ansiedade: as situações que a disparam, os pensamentos que vêm junto e o jeito como você tem lidado com ela até agora. Entender esse caminho costuma trazer um pouco mais de clareza.
A partir daí, buscamos formas de lidar com a ansiedade que façam sentido para a sua vida. Não existe receita pronta. O ritmo do processo depende de cada pessoa, da sua história e do momento que ela vive. O que eu ofereço é um espaço seguro e constante para esse trabalho acontecer.
Dúvidas sobre o tema
Perguntas sobre ansiedade e pressão
Ansiedade é sinal de fraqueza?
Não. A ansiedade não é falta de força de vontade nem frescura. É uma reação do corpo e da mente que pode ficar intensa por muitos motivos, e merece cuidado como qualquer outra questão de saúde.
Preciso tomar remédio para ansiedade?
Eu não prescrevo medicação. Quem avalia essa necessidade é a médica ou o médico, em geral psiquiatra. A psicoterapia pode acontecer com ou sem remédio e, quando fizer sentido, eu converso com você sobre buscar essa avaliação.
Como sei se a minha ansiedade já pede terapia?
Um bom sinal é perceber que ela está atrapalhando o que importa para você: o sono, o trabalho, as relações ou o prazer nas coisas. Mas não é preciso chegar a esse ponto. Se a ansiedade tem incomodado, isso já é motivo para conversar.
Outros temas
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Passar muito tempo no quarto, perder o interesse pelas coisas, mudanças no sono e no apetite.
Redes sociais e comparação
Sensação de nunca estar à altura, exposição, conflitos e pressão do mundo online.
Amizades e pertencimento
Dificuldade de se enturmar, brigas com amigos e situações de bullying.
Conflitos em casa
Brigas frequentes, dificuldade de conversar e a sensação de que ninguém entende.
Culpa, raiva e angústia
Emoções que parecem grandes demais, difíceis de nomear ou de controlar, e que acabam pesando nas relações e no dia a dia.
Quer conversar sobre o que está acontecendo?
O primeiro contato é feito pelos responsáveis e pode ser só para tirar dúvidas.