Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) · Presencial e online
Orientação a pais: apoio para quem educa
Ninguém nasce sabendo educar. Buscar orientação não é sinal de fracasso, e sim de cuidado com a criança e com a família.
Entendendo melhor
A orientação a pais é um espaço para os responsáveis falarem das dificuldades com os filhos: birras, limites, sono, alimentação, escola, uso de telas, mudanças de comportamento ou momentos de crise na família, como uma separação ou uma mudança de cidade.
Muitas vezes, os pais chegam com culpa ou com medo de estarem errando. A proposta não é apontar falhas, e sim entender o que está acontecendo com a criança e com a família, considerando a fase de desenvolvimento, a rotina e a história de cada um.
Como a terapia pode ajudar
Na orientação, eu escuto as suas preocupações e procuro, com você, entender o que pode estar por trás das atitudes da criança. A partir disso, pensamos em formas de lidar com o dia a dia que façam sentido para a sua família, sem receitas prontas.
Às vezes, a orientação basta. Em outras situações, pode ser indicado um acompanhamento da própria criança ou uma avaliação com outros profissionais. Cada família tem o seu tempo, e o processo é ajustado ao longo do caminho.
Dúvidas sobre o tema
Perguntas sobre orientação a pais
Preciso levar meu filho aos encontros?
Na orientação a pais, os encontros são com os responsáveis. Se for o caso de um atendimento da criança, isso é conversado antes e combinado com vocês.
Os dois responsáveis precisam participar?
Quando possível, é bom que as pessoas que participam da criação estejam envolvidas. Mas isso não é condição para começar. Conversamos sobre o que é possível na sua realidade.
Como saber se meu filho precisa de terapia?
Alguns sinais merecem atenção, como mudanças bruscas de comportamento, sofrimento que dura semanas ou dificuldades que atrapalham a escola e as relações. Pela internet não é possível avaliar. Uma primeira conversa com os responsáveis ajuda a entender cada caso.
Outros temas
Também posso acompanhar você em
Birras e irritação
Explosões frequentes e dificuldade de lidar com frustrações e com o “não”.
Medos e ansiedade
Medo de dormir sozinha, de se separar dos pais, de ir à escola ou de situações novas.
Quer conversar sobre o que tem observado?
O primeiro contato é com os responsáveis e pode ser só para tirar dúvidas.