Contato
Vamos conversar?
Escolha o canal que for mais confortável para você.
Posso demorar um pouco para responder porque estou em atendimento, mas respondo em até 1 dia útil.

A primeira sessão
O que acontece no primeiro encontro
Muita gente chega à primeira sessão sem saber o que dizer. Não precisa saber: a conversa começa de onde você está.
Você conta o que te trouxe
Do jeito que conseguir, sem ordem certa. Se for difícil começar, eu ajudo com algumas perguntas.
Eu explico como trabalho
Falo sobre a minha abordagem, o sigilo, a duração das sessões e o que esperar do processo.
Combinamos a frequência
Em geral, as sessões são semanais, num horário fixo. Também combinamos como avisar faltas e remarcações.
Você decide com calma
Não precisa decidir nada no primeiro dia. Se fizer sentido, seguimos; se ficar alguma dúvida, a gente conversa sobre ela.
Dúvidas frequentes
Dúvidas comuns nessa fase
Posso levar o bebê para a sessão?
Pode. Nos primeiros meses, o bebê é bem-vindo, no presencial ou no online. Pausas para mamar, trocar ou acalmar fazem parte e não atrapalham.
Como saber se é um cansaço comum ou algo mais?
Tristeza e choro nos primeiros dias depois do parto são comuns. Quando o desânimo, a ansiedade ou a sensação de não dar conta duram semanas ou atrapalham o cuidado consigo e com o bebê, vale buscar apoio. Isso pode ser conversado com calma.
O atendimento é só para mães?
Não. Atendo também pais, parceiras e casais que estão vivendo a gestação, o pós-parto ou uma perda.
Faz sentido procurar terapia depois de uma perda gestacional?
Sim. Uma perda gestacional é uma perda real, mesmo quando as pessoas ao redor não a reconhecem. A terapia é um lugar para viver esse luto com cuidado.
Os horários são flexíveis?
Sei que a rotina com um bebê é imprevisível. O atendimento online pode ser uma opção prática, e combinamos juntos o que for possível nos horários.
Por que o valor não aparece no site?
O Código de Ética da Psicologia orienta que o preço não seja usado como propaganda. Informo o valor na primeira conversa, antes de qualquer compromisso.
Quais abordagens você integra?
Na minha prática, trabalho principalmente com a Terapia Cognitivo-Comportamental e a Abordagem Centrada na Pessoa. Escolho entre elas conforme o que você traz e sempre explico o motivo.
Integrar não é misturar tudo?
Não. A integração segue critérios, como uma compreensão cuidadosa da sua situação e o uso de recursos com base científica, reconhecidos pela Psicologia.
Como você decide o que usar?
A partir do que conversamos nas primeiras sessões e do que vamos percebendo juntos. O plano é revisado ao longo do processo, e você participa dessas decisões.